Especial: quando a meia faz toda diferença

julho 7, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Uncategorized | 9 Comentários
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“A mulher entra no quarto, troca a roupa e por último tira a meia-calça devagar”, cena clássica de filme clichê. A meia-calça tem um apelo sensual inegável, todo homem sonha com a parceira usando um corpete e tirando a tal peça vista tantas vezes nas telinhas. Imaginação masculina a parte, o acessório é o preferido para esquentar as nossas perninhas sem perder o charme e ainda tem estampas, cores e materiais diferentes.

No nordeste não é muito comum usar a meia, mesmo no inverno. Por aqui, o acessório tem entrado nos looks desde o ano passado e quando saí usando pela primeira vez, todo mundo olhou como se eu fosse E.T. haha Continuo apostando, algumas pessoas dizem que esquenta muito, mas não mais que calça jeans. Compra fio 40 se for ficar na terrinha do sol e calor, e a partir de 60 se for do friozão.

História – Desde quando existe essa mania por meia-calça? Bom, na Mesopotâmia (aula de história) há mais de 2000 anos, os soldados usavam a peça para espantar o frio. Apenas no século XIV, os nobres passaram a utilizar e ainda assim era exclusividade dos homens. Nesta época, já eram produzidas bem diferentes. Por volta de 1780, o material se tornou mais fino e aí foi disseminada entre as mulheres, a mais famosa era a 7/8 com renda e presa por fitas (àquelas dos filmes). Depois da II Guerra, com o advento das máquinas, as meias ficaram mais acessíveis (até então era fortuna) e as mulheres começaram a querer mostrar os modelos, ainda mais com a moda da minissaia nos anos 70.

Selecionei algumas (muitas) fotos de looks bem diferentes para vocês. Lembrando da ideia de salva-las para ficar como inspiração futura, hein?!

Blair toda rendada e romântica. É a cara dela mesmo, mas eu usaria outro tipo de tecido na roupa para não ficar tão delicado. Se bem que o mini poncho moderninho e o comprimento mini ajudaram.

Uma maneira legal de usar a clássica preta e lisa: deixar a meia branca aparecendo – para isso, a soquete deve estar em perfeito estado. Mas não é qualquer uma, hein? Olha o babadinho na barra. Também gostei do vestido de cor forte porque inverno não é sinônimo de ser sóbrio. Esse look vai para minha pasta inspired.

Julia Petit arrasando na meia branca, essa é para ousadas. Colorida e com essa cor nas pernas, exige um mínimo de “tô nem aí”. Se for usar, lembre de coordenar as cores, como esta aí: roxo, laranja e um azulado/lilás nos pés.

Giovanna Battaglia combinou a estampa da sandália com a meia, ótimo para alongar as pernas. Baixinhas anotem essa! Ah, claro que o resto do look precisou ser neutro.

Taylor Tomasi Hill ficou quentinha com a opaca cinza. Se você não quer comprar muitas meias, recomendo as cores: preta lisa, cinza lisa e uma rendada. Tudo fica ok!

Colorida?? Lea Michele ensina! haha Além das cores, o look invernal conta com a sandália – podemos usar coisas de verão em dias frios, nada de abandonar peças por mudanças de estação  – e uma super mini saia. Lindona com essa cara feliz!

Por último, a filha prodígio de Madonna, Lourdes Maria. Amo essas combinações de opostos, como a meia-calça fininha com coturno. Também vai para minha pasta de inspired. hehe

Todas prontas para sensualizar por aí com as meias? Como não curto muito calça jeans, é uma aliada e tanto, substitui muito bem nos dias frios. E meninas de cidade quentinhas, apostem também! Juro que não esquenta muito.

😉

Gabi Albuquerque

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Especial: sou gordinha e daí!?

junho 2, 2011 às 11:29 pm | Publicado em Uncategorized | 6 Comentários
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Semana difícil para um especial, mas já estou culpada por não escrever de verdade aqui, resolvi me esforçar para pensar numa pauta bacana para post gigante. Depois de matutar certo tempo, lembrei do tema “gordinha” porque quase ninguém pensa em falar nisso, né? Uma amiga até já tinha me sugerido, esqueci, mas serei perdoada hoje por ter pesquisado bem muito. haha Ah, não significa que gordinhas devem ser segregadas em posts especiais, gente! É só para vocês verem que há vida além de Gisele Bundchen galega.

Teve uma época, como sabemos bem, que era muito bom ser gordinha. Nos tempos das nossas avós, por exemplo, ter gordura localizada ou mais era sinônimo de beleza e riqueza. Hoje em dia, ser rico é ter personal trainner e fazer dieta molecular, haha. Mas para minha vovó mais velha, bom mesmo é quando estou com 2kg a mais. Então, desde, mais ou menos, os anos 80, 70, tudo começou a mudar. Modeletes fazendo sucesso bombástico, todas mais magras. Antes disso até, na década de 60, já se iniciava a modinha com Twiggy, top model ícone do momento, quase andrógina. Só que tinha Marilyn para salvar as popozudas, né? Ai ninguém ligava pra isso. Nos anos 90, a coisa desandou de vez com Gisele Bundchen, a musa saudável e sexy das nossas revistas. Pronto, todo mundo quis ser magro e as gordinhas ficaram de fora das rodas sociais. Tendência é comer alface, esquecer gordura trans, nada de chocolate, nem carboidratos, só interessa a malhação. Não é à toa o bando de mulher mau humorada, hein?! Quantas privações!

Como o mundo não vive só de moda, as gordinhas permanecem por aí, firme e fortes, saciando seus desejos. E elas são poderosas, nem duvidem disso. A começar por Queen Latifah. Negra e com gordurinhas, um talento em pessoa, lindona. Invejem, suas magras esqualidas.

Gordinha usa vestido colado, viu meninas? Quando faz no tamanho certinho, fica sexy. Olha a dica! Mas, para mim, Latifah arrasa mesmo nos tapetes vermelho. Sempre com vestidos lindos e bons penteados.

Notem a cintura ajustada e o decote na medida, sem ficar over, mas também sem ser freira demais.

Outra gata, metida, mas gata, é Preta Gil. A autoestima dela é tanta que a gente nem pensa muito nas gordurinhas. Ela já fez uma série de lipos, mas sempre volta ao corpinho sexy gordinha.

Ela aposta nos vestidos desse modelo, marcando abaixo dos seios, com decote e manga larga, ou nos transpassados. Pode procurar no Google, garanto! Sempre dá certo porque a barriga fica escondida no evasê – abertura em A- da saia. E os peitos, ponto forte, fica destacados!

Ou de jeans com blusa soltinha, ótima dica para dias de trabalho.

Uma cantora que anda bombando com sua voz fantástica, também está ganhando ibope com os looks. Adele é lindaaaa e gordinha, pena não ter muita foto dela pela internet com corpo inteiro.

Só daria uma dica a moça, ousar mais nas cores. Ela usa muito preto, apostando no emagrecimento, mas é possível usar looks legais e coloridos, mesmo gordinha. Vocês vão ver já já. Mais uma da Srt Adele, dessa vez mais casual.

A mais fashion de todasss, Sakina é francesa e tem esse blog mara com nome inspirador Saks in the city. E ela é muito phyna, faz vídeos para a seção das moças com curvas da Vogue Itália, quer mais!? Só vendo Saks mesmo.

Mais um, mais um! Com branco, hein? O povo diz que engorda, mas vê como ficou bonito, gente! Queria colocar mil fotos dela. hehe

Mereceu mais uma, agora com short jeans. Bem Recife esse look, hein? Dá pra copiar muito.

Por último, fotinha de Oprah Winfrey com seu decotão e cintura marcada também, a la Preta Gil. Mas com cor clara também, valia mostrar!

Para completar tudo, dicas maravilhosas das meninas do Oficina de estilo de como se vestir com tudo ok sendo gordinha. São apenas dicas, gente! Não precisa levar a ferro e fogo, tá? Olha o link: seis jeitos de afinar a silhueta.

E queridas leitoras lindas e fofas, arrasem por aí com a cara da sociedade pateta que teima em escolher apenas uma silhueta para valorizar. Todo mundo é belo desde que se ame.

😉

Gabi Albuquerque

Conversa de banheiro: tudo começa com a gravidez

maio 2, 2011 às 4:59 pm | Publicado em Uncategorized | 5 Comentários
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No fim desta semana, teremos um dia super especial, o Dia das Mães. Por isso, o blog abre as portas para o melhor presente de ser mulher, poder ser mamãe. Todo dia elas terão um post e os filhos podem aproveitar para ter ideias de presentes.

Poucas grávidas passaram pela minha vida com aproximação, meus primos são quase todos da mesma faixa etária, exceto meu pequeno Gabriel (cinco anos). Antes da minha tia ficar grávida de Biel, lembro que pedia a ela para ter filhos logo, queria um bebê pra mimar, oras. haha Ela não me ouvia, mas o destino agiu e o grande dia chegou em 2005, quando ele nasceu. Sempre amei crianças e sempre quis ser mãe um dia (está bem longeeeee esse dia, mas quero muito), por essas e outras mimei muito o novo membro da família.

Aí gente vai crescendo e chega a época que existe a possibilidade das suas amigas casarem ou terem filhos. Daí, na semana das mães, resolvi dedicar o primeiro post a Raphaella Lima, minha primeira amiga grávida. Primeira gravidez acompanhada, daquelas que a gente dá pitaco no chá, no nome da criança, quando queremos a pessoa bem e um filho saudável. E por tabela, ainda fazemos sessão de fotos. haha

Para ser bem sincera, não é nada simples acompanhar a gravidez de alguém pela primeira vez, imagino que também não seja fácil para ela, mãe de primeira viagem. Ninguém sabe muito bem o que dizer, ninguém sabe muito o que comprar (obrigada Google), ninguém sabe muito bem como aconselhar, mas todo mundo sabe ajudar. Muitas tias estão prontas para serem tias. E assim a gente aprende, Rapha aprende… (E tudo está no plural porque é muito amigo.) haha

Como não mãe, me faltam palavras para falar sobre a sensação de ter um ser dentro de você e esperar ele chegar. Rapha me disse que os medos duplicam e que agora não arrisca em mais nada. Faz sentido, né?  Uma coisa é certa, a vida muda. Não só a sua, mas a da família toda, a sua maneira de enxergar o mundo, sua convivência com quem se ama, os amigos não tão amigos podem se afastar, mas será que você vai se sentir sozinha em algum momento? Digo, como naqueles domingos chatos e preguiçosos? Ou será que a partir dali, aquele ser, seu filho, vai ser a certeza de uma vida acompanhada, mesmo cheia de birras, fraldas, escolas, lágrimas?

Lembro da 5ª temporada de Sex and the city – sim, sei todas memorizadas – quando Miranda (para quem não assiste, é a ruiva, cética e advogada) tem um bebê. Logo Miranda, cheia de certezas e sem espírito materno, focada na carreira, tem um filho. Nos primeiros momentos, ela fica bem frustrada, deve ser comum hoje em dia, por não dar conta de tudo e depender de uma babá, por não sair mais para compras com as amigas. A rotina de Miranda se torna um caos e uma grande incerteza, ela luta contra isso todos os dias. Não quer ser uma daquelas mães que só fala em fraldas quando sai para jantar, não quer abandonar a vida sem filhos. Até que um dia, depois do fora levado por um homem qualquer, ela chega em casa e coloca o filho no braço, e, finalmente, ela tem certeza de algo: sempre terá companhia a partir daquele momento.

E é assim que eu espero que você fique Rapha, sempre acompanhada e com essa certeza. E mesmo que suas amigas não façam ideia do que fazer quando Paulinho começar a chorar, a gente vai estar lá tentando descobrir. E um dia quando meu filho estiver na minha barriga, você já vai saber de tudo e vai mandar eu parar de ser boba e fazer aquela cara abusada. haha

Eu, Raphaella e Gabi, a fotógrafa

Que as futuras mamães tenham muitas alegrias com seus filhotes e muitos dias das mães felizes. E leitores, se vocês não sonham com essa história de filho, relaxem! Deve ser muito bom se deliciar com as barrigas alheias. Todo mundo tem um amigo/amiga que prefere não se arriscar nesse universo, e é ele/ela que lhe arrasta para o mundo real quando você está de saco cheio de berros e fraldas.

Fotos: Gabriela Melo, exceto a última, claro (obrigada desconhecido pelo favor de nos clicar)

😉

Gabi Albuquerque

Especial: conforto e elegância numa só calça

abril 15, 2011 às 3:53 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Brasileira tem mania de ser sexy, sejamos sinceras. Temos os menores biquínis do mundo, as calças de cintura baixa e apertadas, gostamos de decote, brincos maiores, somos vaidosas e gastamos muito em salão de beleza. Ai veio a moda que quis quebrar  tudo isso. Chegou as calças saruel, folgadona, lembra? Nós, muito afoitas, não curtimos muito o modelo da gringa e logo vimos por aí as sarueis adaptadas a nossa vida. Depois, não tivemos escapatória, foi jeans boyfriend, blazer boyfriend, short boyfriend. Toda mania boy invadiu as  araras e nos deixamos levar com um jeitinho bem brasileiro de ser, combinando com peças mais femininas. E até hoje presumo que mais de 50% da ala feminina não use muito essa tendência. Este post é sobre calça de alfaitaria. Mais uma roupa com referência masculina.

Eu, a menina que não curte jeans, adorei essa história de calça de alfaiate, ao contrário da saruel que me engordou pacas. A alfaiataria tem o corte mais reto, o tecido pode ser linho ou lã fria, pode ter risca de giz, o caimento é perfeito, o bolso pode ser tipo faca, a barra italiana e por ai vai.

**Aprendendo moda! –> Calça feminina de alfaiataria: As calças de alfaiataria mais folgadas, com pernas largas, tem origem no estilo boudoir dos anos 1920. Se tornou, na época, sinônimo de elegância e poder. E voltou com força nas coleções de inverno de 2010 e de verão 2011 europeu. Bem sabemos que madame Chanel tem muito haver com tudo isso. A estilista inovou e quebrou tabus ao usar roupas com cortes masculinos por serem mais confortáveis. Foi assim que também surgiu o tailleur, as camisetas de listras, o casaco 7/8 na vida feminina. Viva Chanel! Fonte: Moda Spot

Como está chegando o inverno e como essas calças são muito úteis no trabalho, vale uma quantidade absurda de fotos, né? Amanhã posto uma com look meu, a modela! haha

Agora vamos ver a nossa embaixadora! Madame Chanel.

Chanel era beem magrinha como se pode notar, ai a calça faz mais pano, né? Mas digam se não é um look bem renovável? Listras nunca saem de moda. Chanel é fera mesmo.

Agora Olivia Palermo arrasando com a nossa cara com esse rostinho belo.

Bolso faca e barra italiana

Branco com bege nada sem graça. Blusa com seda brilhosa e esse laço garante a feminilidade, junto com as pulseiras e a bolsa de mão. Esse eu copiaria muito.

Um estilo mais light e festeiro é esse de Taís Araújo, o tecido da calça é diferente.

Combinada com uma camiseta floral fica espetáculo no verão, ou seja, uma peça útil no ano todo. Nem gosto de roupa assim, para não dizer o contrário.

Vejam esse modelo do look book da Zara, parece com a minha.

Foto: Blog Bettys

Esse look também está super casual, né? Pode ir do trabalho a saídas de fim de semana. No verão, tira o casaco e pronto!

E meninos também podem. Sei que na terra Recife e boa parte do Brasil jamais gostariam desse visual, mas lá fora é super normal, tá?

The Sartorialist

Imagina o conforto, meninos? Que tal testar?

Não podemos esquecer que alfaiataria também pode ser mais retinha, com caimento mais seco. Como esse de Alexis Bledel.

Trocando a sandália por sapatilha e a carteira por uma big bolsa, usaria de dia tranquilamente.

Aqui o uni color de Giovanna Bottaglia. Só tem cor no sapato e no colar.

Quando a blusa está por dentro e calça é cintura alta, invista no cinto. O acessório da vez que pode ser bem baratinho nas lojinhas do centro.

Fechando com minha musa televisa, Carrie (Sarah Jessica Parker) de Sex and the city. Um dia ela tinha que aparecer aqui. haha

Sim, Carrie se jogou no alfaiate. Calça, camisa de botão, colete e gravata, tudo com referência masculina. Tudo isso e ela está super feminina, por que será? O cabelo grande, a camisa com rosa no meio, o salto alto, a carteira colorida? Aposto que o truque é essa sacola mágica! Só sendo muito mulher para andar por aí com ela nas mãos. haha

Agora, podem pegar as fotos e correr para costureira!!! É uma das melhores formas de adquirir uma dessas. Ou vá a caça minha amiga, a tarefa será árdua, afinal tem que ter o caimento perfeito para não ficar muito masculino, nem apertada demais. A gente sofre até com calça. haha E meninos, abram a mente, please!

Bjokas

Gabi Albuquerque

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